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PTEN
Piloto educativo para municípios

IA que acolhe mulheres em situação de violência

Canal seguro via WhatsApp com inteligência artificial. Escuta empática, direcionamento geolocalizado para a rede de proteção e relatórios anonimizados para o município. Sigiloso. 24h.

24/7
acesso confidencial pelo WhatsApp
100%
relatórios anonimizados
LGPD
privacidade desde o início

O sistema de proteção existe. O acesso não.

Mulheres em situação de violência enfrentam barreiras invisíveis entre o pedido de ajuda e a proteção real.

Não sabe que é violência

Controlar o dinheiro, isolar de amigos, humilhar em público. Muitas mulheres vivem isso há anos sem saber que é violência doméstica — psicológica, patrimonial, moral.

Não sabe o que fazer

Muitas mulheres não sabem que têm direito a medida protetiva, onde fica a delegacia mais próxima ou como registrar ocorrência.

Canais insuficientes

Os canais existentes devolvem listas genéricas de telefones. Não acolhem, não entendem o contexto e não direcionam para a ajuda certa.

Os números mostram onde a proteção ainda não chega

A violência doméstica é um problema global. No Brasil, os dados revelam um padrão: a violência fatal acontece dentro de relações próximas e muitas mulheres chegam ao risco extremo sem ter acionado a rede formal de proteção.

1.571
feminicídios no Brasil em 2025 — 4,3 por dia e recorde histórico
95%
das vítimas no RS não tinham medida protetiva vigente
88%
dos autores no RS eram companheiros ou ex-companheiros
75%
das vítimas no RS não tinham registro policial anterior

Contexto mundial: estimativas da OMS e de parceiros da ONU indicam que 840 milhões de mulheres já sofreram violência física ou sexual ao longo da vida; 316 milhões sofreram violência física ou sexual por parceiro íntimo no último ano. Em 2024, 137 mulheres e meninas foram mortas por dia por parceiros íntimos ou familiares.

Fontes: Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (Fórum Brasileiro de Segurança Pública); Mapa do Feminicídio 2025 (Polícia Civil do RS), via Brasil de Fato; OMS; ONU Mulheres/UNODC.

Um canal que acolhe antes de encaminhar

Três pilares de apoio via WhatsApp. O Amélias é um canal educativo que ajuda mulheres a entender se estão vivendo violência, buscar ajuda perto delas ou conversar com calma sobre uma situação — enquanto gera dados anonimizados sobre demandas e barreiras no território.

Amélias
Amélias
online
Oi. Esse é o Amélias, um canal seguro, anônimo e gratuito de apoio a mulheres. Tu pode entender se está vivendo uma situação de violência, procurar ajuda perto de ti ou conversar com calma. Nenhum dado pessoal é coletado. Por onde tu quer começar?
20:17
Não sei se o que eu vivo é violência
20:18
Tá tudo bem ter essa dúvida. Muitas mulheres passam por isso sem saber que tem nome. Me conta um pouco do que está acontecendo, sem pressa.
20:18
Meu marido controla todo o dinheiro da casa. Eu trabalho mas não tenho acesso à minha conta.
20:19
O que tu descreve tem nome: é violência patrimonial. Impedir o acesso ao próprio dinheiro ou reter salário são formas de violência previstas na Lei Maria da Penha. Tu não está exagerando. Ele faz outras coisas que te incomodam?
20:19
Ele diz que eu não sirvo pra nada e que sem ele eu não sobrevivo.
20:20
Isso é violência psicológica. Humilhar e fazer tu acreditar que depende dele é uma forma de controle. Tu está vivendo duas formas de violência ao mesmo tempo e não é culpa tua. Tu mora com ele?
20:20
Sim, a gente mora junto com as crianças.
20:21
Existem caminhos mesmo morando com ele. A Defensoria Pública pode te orientar de graça sobre separação, guarda e pensão. E se precisar sair de casa, a Casa Abrigo é um lugar seguro onde tu pode ir com teus filhos. Quer que eu te mostre os pontos de apoio mais perto? É só compartilhar tua localização.
20:21
Localização compartilhadaAlvorada
20:22
Encontrei perto de ti:
Defensoria Pública - Alvorada (~1.2km)
Advogado gratuito. Separação, guarda e medida protetiva. Tel: (51) 1234-5678
Delegacia Especializada da Mulher (~4.8km)
Equipe com psicólogas. Tel: (51) 3442-1144
BO online: delegaciaonline.rs.gov.br
Ligue 180 no WhatsApp: wa.me/556196100180
20:22
Tenho medo que ele descubra essa conversa.
20:23
Digita "sair" a qualquer momento que eu te explico como apagar do celular. E salva esse contato com outro nome, tipo "Farmácia". Estou aqui contigo, no teu tempo.
20:23
01

Informação sobre violência

Conteúdo educativo sobre os 5 tipos de violência, ciclo da violência, medida protetiva e direitos. O Amélias ajuda a mulher a nomear o que está vivendo.

02

Acolhimento e escuta

Escuta sem julgamento e validação de sentimentos. Sem menu, sem formulário. A conversa acontece no ritmo dela.

03

Direcionamento personalizado

O Amélias entende a situação e recomenda qual serviço faz sentido. Orientação com endereço, telefone e horário via geolocalização.

Tecnologia pensada pra quem mais precisa

Cada escolha técnica foi feita pra facilitar o acesso da mulher à informação e à rede de proteção.

100% anônimo

Nenhum dado pessoal é coletado. Sem nome, sem CPF, sem cadastro. A mulher conversa sem se identificar.

WhatsApp nativo

Não precisa instalar nada. 2 bilhões de pessoas já têm o app. Funciona em qualquer celular.

Escuta empática

GPT-4o calibrado para acolhimento. Não faz interrogatório, não dá conselho, não minimiza. Escuta.

Links diretos pra ação

Dentro da conversa, o Amélias compartilha links clicáveis: delegacia online, denúncia anônima e pedido de medida protetiva.

Rede de proteção local

Base geolocalizada com serviços de cada cidade. Recomenda qual porta faz sentido: Defensoria, DEAM, Casa Abrigo, CRM, CREAS. Com endereço, telefone e horário.

Comando de segurança

A mulher pode digitar "sair" a qualquer momento. Recebe instruções de como apagar a conversa do celular e a sessão é encerrada.

Contexto persistente

O canal grava o contexto de cada sessão de forma anônima. Se a mulher voltar dias depois, não precisa recontar a história — a conversa continua de onde parou.

Classificação anônima em 4 camadas

Cada conversa classifica automaticamente: tipo de violência, tema buscado, contexto da situação e barreiras que impedem a mulher de agir.

Relatórios para o município

Tipos de violência, temas buscados, barreiras identificadas, horários de acesso e gaps na rede. Tudo anonimizado.

Relatórios que antecipam problemas e orientam decisões

Por trás de cada conversa, o Amélias classifica anonimamente 4 dimensões: tipo de violência, tema buscado, contexto da situação e barreiras que impedem a mulher de agir. Esses dados geram inteligência acionável para a gestão municipal. Sem nenhum dado pessoal. LGPD compliance.

Relatório final do piloto — Município de Alvorada
Período do piloto
247
Acessos únicos no período
durante o piloto
63%
Acessos fora do horário comercial
pico 22h-1h
45%
Taxa de retorno ao canal
continuidade de uso
14,6
Média de mensagens por usuária
ao longo do piloto
42%
Compartilharam localização
rede local
156
Direcionamentos à rede
serviços locais
68%
Moram com o agressor
contexto identificado
5
Tipos de violência classificados
Lei Maria da Penha
Evolução semanal
S1
S2
S3
S4
S5
S6
S7
S8
Conversas por semana — período do piloto
Tipos de violência identificados
Psicológica
38%
Física
27%
Moral
16%
Patrimonial
12%
Sexual
7%
Acessos por dia da semana
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
Pico no domingo e segunda — pós fim de semana
Horários de acesso
0h6h12h18h23h
Pico entre 22h e 1h — quando os serviços presenciais estão fechados
Informações mais buscadas
Medida protetiva31%
Tipos de violência26%
BO / Delegacia online19%
Casa Abrigo14%
Defensoria Pública10%
Barreiras identificadas
Medo de retaliação34%
Dependência financeira28%
Preocupação com filhos18%
Normalização da violência12%
Vergonha / Isolamento8%
Inferido anonimamente a partir das conversas. Dado inédito.
Jornada no canal
Buscou informação sobre direitos54%
Usou acolhimento e escuta48%
Compartilhou localização42%
Recebeu caminhos possíveis63%
Retornou ao canal45%
Pontos de atenção da rede
Centro de Referência da Mulhernão mapeado
Casa Abrigonão mapeada
CREAShorário limitado
Cruzamento entre a rede local e as demandas anônimas do canal.
Contexto das mulheres atendidas
68%
moram com o agressor
52%
têm filhos
78%
não registraram BO
91%
sem medida protetiva
38%
sem rede de apoio
44%
sem independência financeira
Dados inferidos anonimamente a partir das conversas. Nenhuma pergunta direta é feita — o canal identifica o contexto pelo que a mulher escolhe contar.

Ao fim do piloto, esses dados ajudam o município a entender demanda real, horários críticos, temas mais buscados e pontos de atenção da rede de proteção.

Todos os dados são ilustrativos, anonimizados e agregados. Nenhuma informação pessoal é armazenada ou exposta. LGPD compliance.

Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

ODS 5

Igualdade de Gênero

Meta 5.2 — Eliminar todas as formas de violência contra mulheres e meninas nas esferas pública e privada. A adaptação brasileira incorpora o conceito de violência de gênero da Lei Maria da Penha. O Amélias ajuda a mulher a reconhecer a violência que vive e a acessar a rede de proteção.

ODS 16

Paz, Justiça e Instituições Eficazes

Metas 16.1 e 16.3 — Reduzir a violência, com destaque ao feminicídio na meta brasileira, e garantir acesso à justiça aos mais vulneráveis. O Amélias conecta a mulher à rede de proteção e transforma dados anonimizados em inteligência para políticas públicas.

FAQ

Sim. O canal é 100% anônimo. Não pedimos nome, CPF, nem nenhuma identificação. As conversas não ficam vinculadas a dados pessoais. A mulher pode salvar o contato com qualquer nome no celular — como "Farmácia" ou "Clínica" — pra que ninguém saiba o que é. A qualquer momento, basta digitar "sair" pra encerrar a sessão e receber instruções de como apagar a conversa do celular.
O número é do próprio município ou organização parceira, não da MindAI. A conexão é feita de forma oficial via Meta Business Platform — a MindAI é parceira tecnológica credenciada da Meta.
Não. O Amélias não substitui canais de emergência, denúncia ou atendimento especializado. Ele atua como porta de entrada educativa e ponte para a rede. A IA acolhe, ajuda a mulher a entender o que está vivendo e direciona para profissionais da rede de proteção. Não diagnostica, não dá conselho jurídico e não substitui psicóloga ou assistente social.
Ao final do piloto, a prefeitura recebe um relatório anonimizado com tipos de violência mais identificados, temas mais buscados, horários e dias de pico de acesso, avaliação anônima da conversa, taxa de retorno ao canal e pontos de atenção da rede de proteção do município.
O piloto educativo é sem custo para o município e foi pensado para começar com escopo enxuto e objetivo, visando avaliar a viabilidade da iniciativa, a adesão ao canal e os dados gerados. A MindAI assume o investimento em tecnologia como contribuição ao enfrentamento da violência doméstica.
O piloto tem duração inicial de 30 dias. Ao final desse período, avaliamos a adesão ao canal, os dados gerados e os ajustes necessários. Conforme os resultados e o interesse das partes, ele pode ser prorrogado por mais 30 dias.
A base inicial reúne os serviços da Grande Porto Alegre. Para levar o Amélias a outro município, mapeamos com a equipe local os pontos da rede de proteção e apoio, validamos contatos, endereços, horários e tipos de atendimento e cadastramos essas informações antes da ativação. O município indica e valida as referências locais; a MindAI organiza e configura a base no assistente.
A implantação pode começar de forma simples, com QR codes em alguns pontos da rede: postos de saúde, UBS, escolas, CRAS e CREAS. Do lado do município, o principal é indicar uma pessoa de referência, validar os pontos da rede de proteção e autorizar a divulgação do QR code. A configuração do canal, a tecnologia e o relatório anonimizado ficam com a MindAI durante o piloto.
Não. A prefeitura recebe apenas relatórios com dados agregados e anonimizados. Ninguém tem acesso ao conteúdo individual das conversas. LGPD compliance.
Sim. A IA funciona 24h, 7 dias por semana, inclusive feriados. Violência doméstica não tem horário comercial — e o canal também não.

Quer saber mais sobre o Amélias?

Conte um pouco sobre o município ou organização. A gente entra em contato para entender o contexto e explicar como o Amélias poderia ser testado de forma simples.

Mensagem enviada!

Entraremos em contato em breve para falar sobre o Amélias.

Quer saber mais sobre o Amélias?

Conheça como o canal pode ser testado de forma simples, com escopo claro e relatório anonimizado ao final.

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